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Consumo compulsivo. Como se livrar desse hábito destrutivo.

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Olá Bauzetes e Bauzeiros! Simmmm temos garotos frequentando o blog!

Esse post foi escrito para quem QUER ajuda. Comprar em excesso é um erro banalizado, isso está mudando, mas ainda é para alguns status de “poder”, quem sofre as consequências da pseudo alegria do consumismo sabe o sofrimento que existe por trás desse péssimo hábito.

Aqui vão algumas dicas para conseguir driblar esse comportamento:

  1. Desative os e-mail marketing das lojas. Tire os sites de compras da aba de favoritos e saia dos grupos de compra e venda, essas ferramentas são pensadas para nos persuadir e apesar de deliciosas são sempre um convite ao consumo. Se possível bloqueie o acesso a esse tipo de conteúdo no computador e também no seu celular.
  2. Limite-se a ir apenas onde precisa, se tem que ir a papelaria, vá a papelaria. Seja objetivo, antes de sair de casa determine um trajeto e tenha sempre uma lista das coisas que realmente precisa comprar.
  3. Não deixe a loja vir até você. Sabe aquela “amiga” revendedora que se convida pra ir a sua casa toda vez que tem novidade? Já percebeu que sem a “sacola” ela não aparece pra te visitar? Você sempre acaba comprando algo que não precisa, comece a rever seus contatos e os interesses deles. Aprenda a dizer não.
  4. Mantenha seus pertences organizados, é sempre difícil achar algo bacana em meio a tanta bagunça. Tudo parece inútil quando está sujo ou amassado.
  5. Liste e explore o que você já tem. Pare de listar o que não tem. Se gasta muito com roupas por exemplo, prove cada uma e crie uma lista com as combinações que dão certo, experimente novas combinações, deixe essa lista ao alcance dos olhos e vá editando esse material de acordo com as experiências. Isso vale para cada tipo de consumo. É comida? Liste a geladeira. Itens para casa? Para o carro? Liste o que já tem e como pode valorizar aquilo.
  6. Faça trocas.  O que você não quer mais, pode ter utilidade para alguém certo? E de quebra essas pessoas podem estar desapegando de algo que você precisa ou quer muito. Uma alternativa bacana é vender e comprar desapegos em brechós e sites de usados.
  7. Faça uma dieta financeira, estabeleça prazos e quando bater aquela vontade de gastar, leia um livro, faça algo produtivo, de preferência que te faça ganhar dinheiro, não perder… Evite procrastinar. Ao final do prazo se presenteie.
  8. Não aceite cartões de lojas e evite compras longamente parceladas, os juros são abusivos e chegam a ter o valor integral da compra. Se for preciso cancele seu cartão de crédito. Sim, porque esconder não adianta mais, você já decorou o número e até o código de segurança.
  9. Não se sabote, liquidações são ótimas, mas você não é obrigado a participar. Não adianta se enganar comprando coisas baratas na tentativa de se isentar da culpa, você vai acumular uma quantidade de produtos sem valor financeiro ou de uso, isso irá se tornar um problema maior futuramente.
  10. Pense nas coisas que você perde com seu comportamento consumista, no quanto isso afeta suas relações, em quantos lugares bacanas você deixa de ir, no futuro que você deixa de planejar e no quanto o pós-compra te deprime. Isso se chama motivação pela dor.
  11. Faça mais programas caseiros, chamar os amigos e dividir as tarefas da noite é super justo, além de interativo, cada um pode levar um prato ou pagar metade da pizza.
  12. Explore os recursos, faça viagens curtas, conheça sua região, experimente coisas mais simples, você vai se surpreender com as emoções que um simples picnic pode proporcionar. Nos acostumamos erroneamente a procurar felicidade em luxos. Esse ano experimente algo diferente disso.
  13. Caia na real, seus hábitos de consumo são coerentes com o seu estilo de vida? Precisamos nos monitorar quanto a isso, muitas vezes a intenção é positiva, talvez demonstrar um certo poder aquisitivo (que não se tem) seja uma defesa à deficiências emocionais muito íntimas e nunca antes exploradas. Avalie isso de maneira sóbria e entre em ação contra esse sentimento, afinal de contas, máscaras desse tipo caem muito rapidamente e sempre nos expõem ao ridículo. Quase sempre no intuito de tapar um buraco acabamos caindo em outro maior. Lembre-se, você não precisa provar nada pra ninguém.

Experimente esses passos e caso não consiga sozinho peça ajuda profissional. Terapia e técnicas alternativas não são motivo de vergonha, vergonha é cair e ficar beijando o chão.

Abraços apertados! Se cuidem.

Bel Ramalho – Coach Executivo e de Vida.

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As 4 Leis Indianas para um 2016 de realizações!

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Olá Bauzetes!

Um novo ano começou e é um excelente momento para dar aquele start e sair da procrastinação. Para ter um ano produtivo, sem sombra de dúvida nossa primeira necessidade é termos dias tranquilos.

Os indianos têm alguns ensinamentos que são frequentemente aplicados em processos de Coaching e outros métodos de desenvolvimento humano, um deles são as 4 Leis Indianas, algumas máximas que envolvem grande aceitação, um sentimento primordial para viver em paz e se empoderar.

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A primeira lei diz: A pessoa que vem, é a pessoa certa: Isso significa que qualquer pessoa que chega na nossa vida ou cruza nossa jornada, é a pessoa certa para aquele momento e por mais estranho que isso pareça é a mais pura verdade, até mesmo aquelas presenças que consideramos indiferentes ou nocivas, surgem ou ressurgem em determinado momento para algum novo aprendizado ou experiência.
Se elas ficam ou passam e o quanto nos permitimos acessar por elas é a nossa tarefa de sobriedade. O importante é saber que aquela vida não cruzou a sua por acaso. Gratidão por isso, seja como for, a pessoa certa chega na hora certa.

Segunda lei: Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido:  Ainda mais intrigante a segunda lei fala sobre azar ou sorte? Negativo! Segundo a visão indiana tudo o que se passa no universo acontece da maneira certa, na hora devida, em perfeita sincronia, difícil pensar sob essa ótica quando está se vivendo uma grande perda ou um outro momento doloroso. Diante de uma tragédia por exemplo, algo saiu fora do esperado, por negligência de responsabilidades, por fatos naturais, enfim, naquelas condições aquilo era o que poderia ter acontecido… Ai mora a ressignificação e a anulação de culpas, acabam-se os “e se…” que são tremendos carcereiros do passado e bloqueadores de futuro.

Terceira lei: Toda vez que algo se iniciar é o momento certo: Sempre que se começa alguma coisa, está na hora certa. Nada ou ninguém começa algo atrasado, nem adiantado. Quando estamos verdadeiramente prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas vão acontecer, pode não parecer a hora perfeita, propícia, mas algo há de especial nesse momento.

Quarta lei: A história acaba quando termina: Quando algo terminou, ele realmente acabou. A cultura indiana ensina que não é auspicioso levar aquilo em mente, fomentando emoções desnecessárias. Não se deve preocupar ou pós ocupar, com uma coisa que já teve seu fim, seria dispensar com algo morto, energia vital, essa energia que realiza e que constrói.
De fato nada na vida é tão definitivo, tudo pode acontecer ou ser novamente, mas de maneira nova ou renovada, de modo a não ser mais aquilo que era, até mesmo porque nem nós, nem o mundo ao nosso redor somos sempre os mesmos, diariamente somos diferente do que fomos. Então por hoje, desapego, amanhã é um outro dia.

Sendo capazes de compreender essas lições, aprenderemos a confiar na inteligência do universo e termos uma boa relação com ela.

Independente dos fatos, pessoas e situações, o que importa realmente é como nos relacionamos com todas esses fatores e o quanto assumimos o nosso 100% de responsabilidade sobre isso.

Para mim, todas essas leis falam sobre vivermos no tempo presente… E sobre isso sempre gosto de pontuar que o futuro é a nossa verdade imaginária, quando enfim o possuirmos ele vai se chamar hoje, portanto viva no tempo presente. Ressignifique, empodere-se e você viverá novas e melhores experiências em 2016.

Feliz Novo Ano!

Beijos! Fiquem com Deus e se cuidem!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Executive and Life Coach.

 

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Como não se tornar influenciável.

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Olá Bauzete!

Hoje o nosso papo é sobre Influência.

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É muito importante termos uma personalidade bem definida e comportamentos pautados em nossos valores.

Acontece que muito frequentemente alguns de nós começam a agir de maneira diferente, influenciados ainda que inconscientemente por outras pessoas ou situações.

5hho7l588tme9bg7jzwvyel07Algumas vezes essa influência é positiva, isso se chama inspiração. Maravilhoso, ok! Mas em grade parte é negativa ou simplesmente des-ne-ces-sá-ria.

demonioPequenas atitudes que geralmente passam despercebidas por nós,  deixam claro para o resto do mundo como somos ou nos tornamos frágeis e manipuláveis e isso não é nada bom, pois nosso comportamento vai determinar a forma como nos projetamos socialmente.

Os famosos “Maria vai com as outras” geralmente são pessoas com baixa autoestima. Tendem a mudar de opinião, gosto ou comportamento frequentemente de acordo com o momento, ambiente ou roda social em que se inserem. É fundamental que saibamos nos adaptar, mas esses fatores não têm poder e não podemos permitir que tenham força suficiente para movimentarem atitudes contrárias à nossa personalidade, quando não agimos de acordo com o nosso verdadeiro eu, ao contrário do esperado, a convivência se torna incomoda, sem graça e artificial…

Em alguns casos o que parece inocente toma proporções muito prejudiciais, alguns indivíduos chegam a fazer escolhas importantes de vida, como por exemplo, escolher uma carreira, pautados na vida profissional de um conhecido ou opiniões de terceiros.

Mudanças são sempre bem vindas, elas são o acelerador e o freio da vida, contudo não se pode trair a própria essência. Quando você se pegar deixando de lado suas opiniões e gostos é hora de pensar:

  • Estou querendo agradar a alguém mais do que a mim mesmo e faço isso modificando meu corpo, ações e opiniões?
  • Frequentemente me comparo com outras pessoas e sinto necessidade de ser como elas ou ter o que elas têm?
  • Minhas opiniões diferentes fazem com que eu me sinta menos parte, ameaçado ou inferior?
  • Minha mudança é verdadeiramente uma escolha somente minha?

Podemos estar sendo influenciáveis em vários aspectos:

Acontece muito nos relacionamentos: Meninas E meninos, por favor, não se preocupem tanto em se apaixonar pelas preferências dos seus parceiros, acreditem, quando verdadeiramente eles se apaixonam, é justamente por aquilo que, diferente deles, encontram em vocês. Sua parte na relação é apenas respeitar e conviver tolerante e pacificamente com os gostos do outro, claro, quando saudáveis.

Não percam tempo tentando fazer o tipo de alguém, seus atributos se autênticos e originais serão o suficiente.

Nas amizades: Vocês não precisam agir de maneira inconsequente e fora dos seus padrões de valores para se sentirem iguais ou melhores que os demais.

No trabalho: Para conquistar a confiança de um chefe você não precisa parecer um gêmeo univitelino dele.

Entre nós e nós mesmos: Policie-se contra sentimentos como a comparação e a inveja.

Não se cobre tanto.

Honre e respeite a sua historia.

Honre e respeite a história do outro.

Reconheça e acredite nas suas virtudes

Reconheça e trabalhe as suas limitações.

Que nós saibamos conservar sempre o dom de honrar a nossa historia. Quando queremos apenas ser quem o outro é, fazer o que o outro faz ou ter o que o outro tem, não estamos respeitando a nossa essência.

Quando somos fiéis a tudo que VERDADEIRAMENTE somos é que obtemos os nossos melhores resultados.

Pense a respeito. Em que aspectos da sua vida você está se permitindo influenciar?

Por hoje é só! Fiquem com Deus e se cuidem.

Bjos! Bel Ramalho – Comunicóloga/ Executive & Life Coach

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Inteligência Emocional – Como desenvolver essa habilidade.

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Olá Bauzete! Com certeza você já ouviu falar em Inteligência Emocional.

No âmbito profissional, assim como no pessoal, saber gerir nossas emoções é extremamente necessário para nos mantermos emocionalmente equilibrados e saudáveis.

Pois bem. Inteligência Emocional pode ser definida como a habilidade de entender e se relacionar bem e racionalmente com nossas emoções e suas reações, sem deixar que as mesmas interfiram na qualidade das nossas atitudes e pensamentos.

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Para começar, vamos ressignificar as emoções, considerando que nenhum sentimento é inteiramente mau, por exemplo, o medo e a raiva, que de inicio são considerados sentimentos negativos, podem ser utilizados como ferramentas de superação e motivação, isso é manter o foco no positivo.

Para desenvolver sua Inteligência Emocional:

Saiba gerir seus sentimentos: Primeiramente é preciso saber identificar seus sentimentos positivos ou negativos e a origem de suas emoções . Caso frequentemente você se pegue dizendo ou pensando coisas do tipo: “Não sei de onde está vindo esse sentimento” ou ” Não sei por que estou me sentindo assim” é hora de se dar mais atenção. Sentimentos como ódio e inveja, que movimentam desinteligências e atitudes impensadas, são o carro chefe do descontrole emocional. Quando você é capaz de identificá-los prontamente pode eliminá-los ou usá-los de maneira assertiva.

Suspenda o julgamento. Respeite as emoções dos outros: Inteligência emocional também diz respeito a capacidade de reconhecer e entender as emoções de terceiros, lidando com as suas reações de maneira respeitosa e compreensiva. Quando você honra a individualidade do outro tem mais chances de desenvolver uma comunicação efetiva e cordial, isso é socialmente saudável, torna agradável a convivência, estreita laços e aproxima as pessoas.

Use a pressão ao seu favor: Estamos constantemente expostos a situações que nos desagradam, que geram estresse e pressão, a melhor forma de lidar com elas é ressignificando-as como oportunidades de fortalecimento e ferramentas criadoras de novas soluções antes nunca pensadas. Na crise, crie!

Fale dos seus sentimentos: Não saber ou não conseguir expressar sentimentos também é um forte indício da não inteligência emocional. Quando você não se habilita a definir claramente seus sentimentos e motivações, gera dificuldade de auto conhecimento e também de ser entendido pelas pessoas do seu convívio. Comece hoje aos poucos a falar do que sente, claro seletivamente, saber o que falar e para quem falar é fundamental e um belo exercício da inteligência e intuição.

Pegue seu leme: Na vida pessoal e profissional é preciso estar no controle do seu barco. É importante romper o ciclo de prejuízo movimentado em nós por situações ou pessoas nocivas, todo sentimento negativo e mal definido só nos afeta quando e até que pontos nós mesmos permitimos, ser senhor dos seus domínios é não dar poder ao outro ou às situações para desequilibra-lo. As reações que temos quando estamos fora do nosso próprio controle nos causam muitos transtornos e comprometem nossa imagem projetada.

Permita-se errar: Você perde menos tempo e energia com sentimentos não construtivos como baixa auto estima, medo e comparação, Não ser duro consigo mesmo é um dos hábitos que mais contribuem para o progresso dos seus objetivos.

A Inteligência Emocional é primordial para o alcance do sucesso profissional e pessoal sobretudo nos tempos em que vivemos, onde o estresse, a competitividade, a comparação e a pressão estão cada vez mais presentes na rotina dos indivíduos. Ser emocionalmente inteligente torna-se um diferencial poderoso.

Por hoje é isso. Cuidem-se e fiquem com Deus!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Executive & Life Coach.

 

 

 

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Vencendo o Pessimismo – Pensamento Positivo. Como fazer disso um hábito.

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Olá Bauzete!

Pensamento Positivo! Essa afirmação já virou um mantra nas redes sociais, mas para quem é pessimista (por qualquer motivo, seja pós trauma ou por crença limitante) parece muito difícil aderir na essência a essa moda da positividade sempre.

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Muitos estudos sérios relacionam o modo de pensar e a sua consequência sobre o nosso corpo físico e nossa rotina. Exemplo, quando você é demitido do trabalho de maneira inesperada, o susto, o medo e a tristeza promovem uma ressaca moral gigantesca, sua vontade no dia seguinte é de não por a cara na rua e a esperança de dias prósperos vai a zero, o mesmo acontece quando há o termino de um relacionamento, a chamada bad.

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Em reação disso você fica cabisbaixo, desmotivado e consequentemente não toma atitudes efetivas para mudar a situação, vitimizar-se parece mais cômodo, num flagelo quase viciante. Agora, quando você na contra mão do medo, resolve pensar de maneira positiva e definitivamente fazer algo por você, as coisas começam a acontecer notavelmente.

Como exercitar sua positividade:

Nas relações interpessoais, a parte que pensa de maneira positiva tende fortemente a se comportar de maneira controlada diante das desavenças, superar momentos árduos de maneira sutil, isso fortalece laços e estreita relações.

No ambiente de trabalho, encare as adversidades como estágio, um preparo para novos e melhores momentos, isso se chama ressignificar, dar novo significado aos fatos negativos do dia a dia. Procure pensar nas dificuldades como uma oportunidade de amadurecimento ímpar, que te prepara para situações em que outros serão pegos desprevenidos. Não apenas mentalize, verbalize e haja como se essa intempérie fosse um ganho.

MANTENHA O FOCO NO POSITIVO!

O otimista não perde tempo sofrendo por antecedência, é assertivo e pró ativo.

Um exercício prático que você pode começar agora, caso faça sentido para você: Troque pensamentos negativos por positivos assim que eles te ocorram, de inicio numa atitude mecânica, como numa superstição e tão logo isso se tornará um hábito.

Afinal: ” Nós somos aquilo que repetidamente fazemos. Excelência então não é um modo de agir, mas um hábito” Aristóteles.

Haja como uma pessoa positiva e logo se tornará uma.

Assista o vídeo abaixo, ele explica de maneira rápida e objetiva a fundamentação científica do pensamento positivo!

Por hoje é isso, espero ter sido luz!

Já sabem né? Fiquem com Deus e se cuidem!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Executive & Life Coach

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