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Dicas para aproveitar a Black Friday

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Olá Bauzete, tudo jóia?

Nesta sexta- feira, dia 25 de Novembro, acontecerá a 6ª edição da Black Friday no Brasil. O evento é inspirado nos Estados Unidos e trata-se de uma mega promoção de diversos itens online e nas lojas físicas que acontecem em um único dia do ano: a última sexta-feira do mês de Novembro. Muitos brasileiros aproveitarão a data para adquirir os presentes de natal, alimentos e bebidas para as festas de fim de ano e comprar eletroeletrônicos que geralmente custam caro.

dicas comprar black friday brasil

Para facilitar a nossa vida nesse dia, Fernando Shine , um dos sócios da Yourviews e desenvolvedor da principal ferramenta de reviews (avaliações para e-commerces) do Brasil, compilou algumas dicas para que o consumidor aproveite as promoções.

1- Escreva o que quer comprar. O ato de escrever faz com que o cérebro solidifique as informações e que pensemos antes de agir. Logo, escreva os itens que pretende comprar na Black Friday. Depois os coloque em ordem de importância. Após este processo cheque as suas finanças e delimite um teto máximo para o gasto.

2- Após ordenar os itens em um papel, pesquise os melhores sites para compra. Analise a opinião de pessoas que já compraram os objetos ou serviços que você pretende adquirir.

3- Planilhe todas as festas que irá participar eou organizar em Dezembro. Nesta época do ano são várias festas de confraternizações: empresariais, entre amigos, familiares, e etc. Logo, coloque em uma planilha todas as festas que irá participar e as que terá amigo secreto. Cheque os valores estipulados e as sugestões de presentes dos seus amigos. Vale a pena aproveitar a Black Friday para comprar os seus presentes desde que respeite a sua conta corrente.

4- Pesquise em sites confiáveis os itens que estarão na promoção. Estes sites podem mostrar promoções que valem a pena. Um dos exemplos dessa dica são para os esportistas. Há vários sites que vão além da oferta de vestuário para a prática esportiva. Corridas mais baratas e até promoções como paga-se uma corrida e ganha outra! Vale a pena checar as promoções desde que você tenha o cuidado de alinhar desejo com necessidade.

5- Pense, pense e descanse. O momento da compra também deve ser algo prazeroso. E será melhor ainda se for feito com segurança do que se deseja e precisa realmente comprar na Black Friday.

Na sexta-feira, dia 25, pegue a sua lista de itens, os sites confiáveis, e compre o que precisa. Economize e seja feliz neste mês tão festeiro e esperado por tantas pessoas: Dezembro.

Bjks,

Equipe Blog Baú Hype

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Aquisição x Comprinha

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Nesse mundo ou nessa moda de postagem de fotos de tudo nas redes sociais, vejo muitas com as legendas “comprinha” e “aquisição”. Parece que elas saem instintivamente, como se fossem a mesma coisa. Não são e na maioria das vezes a aquisição é bem mais vantajosa que a comprinha.

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Consideramos como aquisição aquela peça versátil, independente de moda, de ótima qualidade, que vc vai usar bastante e ter por um bom tempo. Por exemplo, um bom jeans, um scarpin elegante e confortável, um blazer bem cortado, uma bolsa, relógio ou óculos de sol de boa procedência.

Os básicos e clássicos sempre são boas aquisições, mas você pode incluir aí aquela peça ou produto que é a sua cara, que reflete seu estilo, sua personalidade, que é diferente, ousada, marcante. Uma sapatilha amarela, uma bolsa roxa, uma blusa com detalhe de plumas, um brincão, um perfume, enfim, aquilo que quando você achou, se identificou, comprou feliz e usa como se fosse uma extensão do seu corpo, sabe como é? Essas também são boas aquisições.

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Olha como uma jaqueta clássica pode ser uma ótima aquisição. 

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Lembrando que aquisição não tem a ver com marca ou preço. Eu mesma já fiz ótimas aquisições em lojas populares. Achei peças que me acompanham faz tempo. O importante é observar detalhes como a composição do tecido, o acabamento, se a barra tá bem feita, se ziper está bem embutido, se os botões estão bem pregados, etc, além da usabilidade da peça ou produto.

Comprinha é aquela feita por impulso ou pelo desejo se agradar com uma peça nova. Mais uma vez, preço e marca não importam. Você vê, se apaixona e compra sem pensar. É gostoso fazer isso, né?

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 Maas… a comprinha apresenta alguns riscos. Pense comigo:

– A peça tem qualidade? A estampa pode ser bonita mas o tecido é bom ou xexelento? Vai durar ou fazer bolinha ou ainda derreter na primeira lavagem? Os botões estão bem pregados ou mais ou menos? Vem com um botão extra? Tem que observar tudo isso pq a peça pode ser linda mas se durar pouco, desculpa, vc jogou dinheiro fora. Melhor esperar até achar uma peça melhor.

– O caimento ficou bom ou vai ter q mandar arrumar? Nem sempre o ajuste compensa. Fora que uma comprinha de 50 reais passa a custar 80, por exemplo, com o valor que vc terá que pagar p/ arrumá-la. Vale a pena?

– Você vai usar muito ou só bem de vez em quando? Em quais ocasiões? Com quais outras peças ela combina? Pense em pelo menos mais 3 combinações com peças que você já tenha.

– É adequada para ambientes diversos ou não? Se não, espere e procure uma peça mais versátil. Aí sim, a comprinha se tornará uma útil aquisição.

– Comprou por que é moda, por que vai te dar status e fazer sucesso em suas redes sociais ou por que vc realmente amou? Sim, porque tem isso tb, né? Muita gente compra pensando em mostrar p/ os outros, infelizmente.

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– De comprinha em comprinha, o cartão enche o papo. Suas contas estão equilibradas? Dá p/ se agradar com esse mimo ou é melhor esperar o próximo mês? Gente, mimo aparece a todo momento. Se não for esse, há de ser outro. Desapegue. Coisas lindas hão de aparecer no seu caminho em um momento mais propício.

Comprinha é muito legal, é gostoso chegar em casa com um presente p/ si, algo que vc comprou p/ se animar após um dia, uma semana ou uma situação estressante, ou porque você se ama e acha que merece se presentear. É uma terapia ótima, deixa o nosso astral nas alturas.

Só tome cuidado p/ não se levar pela vaidade das comprinhas e depois ficar com um guarda-roupa lotado e nada funcional ou ver suas peças e produtos se desfazendo em pouco tempo ou nenhum uso. Ou ainda comprar p/ fazer bonito p/ os outros, p/ se sentir incluída nessa sociedade de consumismo desenfreado que valoriza o que vc tem e não quem vc é. 

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Às vezes é preferível gastar de vez em quando, com poucas e melhores coisas do que sempre e com muitas coisas de qualidade ruim e que vc vai usar pouco.

Bjks,

Giane Carvalho

* Fotos do Pinterest.

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Look com estampa étnica

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Não sou muito de postar look do dia mas esse teve, digamos, boa repercussão em meu perfil do Facebook, então resolvi trazê-lo p/ cá e falar sobre ele p/ vc.

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Não foi um look baseado em escolha aleatória de peças ou apenas na intuição. Foi um look técnico, que usei dicas de imagem p/ que ele ficasse harmonioso. Vou contar a receita p/ vc pq, quem sabe, pode ser que te ajude de alguma forma.

Sou cheinha, então escolhi usar uma blusa escura, ajustada ao corpo, p/ dar a impressão de menos volume na parte superior. Como estamos numa estação quente, coloquei um blazer claro p/ iluminar o look. Daria p/ usar um escuro tb, mas daí as pernas zuuper brancas chamariam a atenção e meu objetivo era chamar a atenção p/ o conjunto, não p/ uma parte do meu corpo.

No dia que usei esse look, fui a uma festa de aniversário, então aproveitei p/ deixá-lo mais leve, sem perder a elegância. O blazer é ótimo nesse caso. Ele tem o poder de deixar um look simples mais fino, mais arrumado. Além disso, ele cria as tais listras verticais que ajudam no “processo alongador” da imagem. E é também a chamada “terceira peça”, que sempre acrescenta pontos na “interessância” dos looks.

A saia da Mercatto tem sido meu xodó nos últimos tempos. Comprei na loja do Buriti Shopping Guará e tenho usado bastante pq a estampa é muito versátil.

No último dia do evento Buriti Summer Fashion Mall, usei com uma camisa preta. Eu estava trabalhando e o preto é uma cor mais profissional. Como eu havia usado preto e branco quase todos os dias do evento, no último me permiti usar a saia colorida. Mas usei o top preto p/ manter a linha profissional.

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Ela contribui com meu tipo físico porque não tem volume e tem cintura alta, tudo o que ajuda a alongar. Olha na primeira foto como a parte de baixo ficou bem mais alongada, comparada com a de cima. Tudo porque a saia ficou no lugar certo. Isso fez diferença na proporção do corpo.

Nos pés, usei salto que também ajuda a alongar. Como a estampa da saia tem vermelho, usei uma sandália vermelha tb, no caso uma Melissa Eletric que é confortável e informal.

Dobrei as mangas do blazer p/ mostrar os pulsos, uma das partes mais finas do nosso corpo. Mostrei as pernas e o colo, que também são partes finas. Esse truque ajuda a emagrecer quem é gordinha, meu caso. =)

Assim deu certo, a imagem ficou harmoniosa, alongada e camuflou as partes do corpo que eu realmente queria disfarçar.

Mágica? Não! Ilusionismo? Talvez. rsrs

Bjks

Giane Carvalho

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Bazar Coletivo das Amigas

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No dia 14 de julho foi realizado em Guaratinguetá o 1º Bazar Coletivo das Amigas.

Oficialmente não foi chamado de Primeiro mas do jeito que fez sucesso, tenho a impressão que outras edições virão. Todas torcem! =D

O evento foi realizado na Soberana Eventos, um espaço lindo e amplo que acomodou com segurança e conforto todas as expositoras e visitantes.

A organização ficou por conta de três amigas: Dany Santos, Vanessa Lázaro…

e a onipresente Fulvia Correa, amiga querida que volta e meia aparece aqui no Baú. Adoro! 

P/ animar as compras, o evento teve a trilha sonora do DJ Tom Lukaschek, só com músicas dançantes e de bom gosto dos anos 80. Com certeza o bazar não teria o clima de descontração e alto astral que teve sem a trilha do Tom, de verdade.

Eu, como defensora do desapego p/ uma vida mais saudável, fiquei interessada em participar logo que vi a divulgação no Facebook e entrei em contato com as organizadoras para garantir um espaço nesse bazar.

Cada expositora contribuiu com R$15,00 para cobrir as despesas de limpeza e manutenção do local. O espaço de cada uma foi marcado previamente. Então não tinha essa de uma ocupar o espaço da outra, tipo briga de guarda-sol na praia. Cada uma teve ser cantinho marcado no salão e aliás, era um espaço muito bom, sem aperto, que dava p/ expor tudo numa boa. 

Meu trabalho e da minha irmã, que participou do bazar junto comigo, começou ao separarmos e etiquetarmos as peças. Nossa, que canseira! Só quem participa dessas coisas sabe. No nosso caso, tínhamos MUITA coisa p/ desapegar porque adoramos uma comprinha. Mas daí é aquela situação… compra, usa uma vez, duas e descurte ou engorda e a peça não serve mais. =/Na maioria das vezes fazemos doação, mas sei lá pq essas peças seguiam guardadas sem uso.

Separamos roupas, calçados e acessórios. Eu ainda levei uns produtos de beleza que, p/ variar, comprei em excesso e que não daria conta de usar até o vencimento do prazo de validade. Levei também alguns esmaltes que usei uma vez e não gostei ou descurti sem usar mesmo. 

Separamos as peças, passamos, etiquetamos e organizamos tudo o que seria levado p/ vender.

No dia seguinte, fomos cedo p/ o local e montamos nosso cantinho. Cada expositora ficou responsável pelo seu espaço. No nosso caso levamos duas mesinhas, cadeiras e uma arara.

 

A arara mais romântica, meiga e barateira do bazar rsrs Obrigada pela foto, Léo Affonso!

Opa, cliente vendo nossas peças!

Foi um dia muito gostoso e que pude encontrar pessoas queridas, como a Camila Lourenço e a Fulvia…

A Francine Rodrigues e a Isadora Ávila, que estavam expondo…

E a Maria Carolina Carvalho que também levou seus desapegos.   

Minha melhor aquisição foi esse colar de Matrioska, que custou só R$2,50! Ai morri!

Eu e minha irmã estávamos com medo de não vendermos nada e voltarmos p/ casa com todas as peças. Mas, olha só que bom, conseguimos vender mais da metade do que levamos!

Para termos sucesso, adotamos uma estratégia e que fica como dica p/ quem tem vontade de vender em bazar:

– Só levamos peças em perfeito estado. Nada de coisa furada, rasgada ou manchada. Todas estavam perfeitas e algumas até com etiqueta.

– Levamos todas as peças limpas e passadas. Quem gosta de comprar coisa amarelada, amarrotada e com cheiro de mofo? Pelamor! Se quer vender, tem que se preocupar com esse detalhe.

– Etiquetamos todas as peças com preço e tamanho. Etiquetas grandes. Aproveitei p/ fazer uma arte: copiei o modelo de etiqueta da Mercatto, em formato de coração. Deu um trabalhinho a mais mas ficou fofo rsrs

– Colocamos os preços BEM baratos, cerca de 1/3 do que pagamos, mesmo nas peças novas. Quem vai a um bazar ou brechó quer comprar coisa BARATA. Então não rola cobrar o mesmo que você pagou ou com um descontinho de nada. Tem que ser BARATO! MUITO BARATO. E a peça tem que estar em bom estado, como disse acima, porque vender lixo, não dá. É,  tem gente que acha que bazar é local de descarte de lixo. Daí reclama que não vende nada. Sem comentários.

– Demos um agradinho p/ quem comprou nossas peças. Fiz vários marcadores de página de cogumelo e dei como forma de agradecimento p/ quem prestigiou nossa “lujinha de desapegos”. Quem ganhou, gostou e saiu feliz. Isso também é importante. Gera vibração positiva.

– Negociamos. Às vezes aparecia alguém super a fim de levar uma peça mas não tinha como pagar, mesmo sendo barata. Se a gente via que a pessoa estava até com os olhinhos brilhando de tanta vontade de ter aquilo, vendíamos com desconto. Toma, leva e seja feliz! Pelo menos não touxemos a peça de volta, ganhamos um troco e a pessoa que comprou ficou satisfeita. Mais uma vez, viva a vibração positiva!

Poderíamos ter ganhado mais dinheiro? Siiim! Fomos muito boazinhas? Siiim. Voltamos satisfeitas p/ casa? Siiim!

Então valeu! Para a gente foi tudo válido, ótimo, perfeito!

Estamos animadas p/ participar de outros. Quem sabe nos vemos lá? 😉

Fica a dica para quem tiver disposição de organizar um evento assim. É trabalhoso, cansativo, mas vale a pena.

Quem quiser ver mais fotos do evento, clique aqui para ter acesso ao álbum do fotógrafo Léo Affonso.

Bjks

* Fotos das organizadoras Fúlvia Correa, Dany Santos, Vanessa Lázaro e do fotógrafo Léo Affonso.

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Dar tchau p/ o que não te serve mais

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Outro dia resolvi olhar com atenção minha caixa de esmaltes. Tirei os que estavam vencidos e os que não gosto mais. Saíram uns 30 vidrinhos que serão doados ou jogados no lixo.  

Minha humilde coleção ficou menor ainda, mas tudo bem. Prefiro assim, ter só o que realmente gosto e uso, sem acúmulo ou apego.  
O apego a coisas e pessoas é uma delícia e um terror. 

Bom pq a gente se sente bem com o que ou com quem gosta por perto.
Ruim pq se a coisa ou a pessoa vai embora, a gente quase morre de tristeza. 
Como tudo na vida, é preciso ter bom senso. 
No caso de pessoas, quando a gente ama, se apega, não tem jeito. Só não pode ser um apego exagerado pq daí vira controle, ciumeira, stress e o alvo do amor fica sufocado.

No caso de coisas, a gente acaba acumulando o que não usa, às vezes nem gosta mas deixa lá por vaidade, comodismo ou esperança de que um dia elas sejam necessárias. Dia que, a bem da verdade, nunca chega.

Se vc tem algo parado há um tempão, se não mexeu nem p/ dar uma olhada, será q vale a pena continuar guardando? De repente essa peça está ocupando espaço de algo que poderia ser bem mais útil p/ vc ou ser importante para outra pessoa. 

Segundo o Feng Shui (milenar técnica chinesa de organização de ambientes para atrair prosperidade, harmonia e tudo mais de bom), coisa parada gera energia parada. Já viu algo estagnado ser saudável? 

Bom é o que flui e traz oportunidades de desenvolvimento.

Então, veja com atenção seu guarda-roupa, seus sapatos, bijouxs, maquiagens, perfumes, cremes, esmaltes, etc.
De tudo o que vc tem, quantos por cento é usado sempre? Quantos é usado de vez em quando? E quantos é usado de vez em nunca, hein?* 

Que tal pegar o que não é usado nunca e passar p/ frente? 

Esqueça o “Ah, mas eu tenho dó. Gosto tanto. Snif!” 
Pense “Vai embora porque eu não uso. Vai ser útil para outra pessoa e o espaço será ocupado por uma coisa nova e melhor p/ mim. Tchau”. 
Coragem! Na hora dá um baque, mas depois dá alivio. As coisas ficam mais organizadas e ter à mão só o que vc usa facilita a vida. Por exemplo, na hora da pressa, vc não terá que ficar procurando no meio de um monte de colares aqueles que são seus preferidos p/ o dia-a-dia. 
No meu caso, faço isso sempre e fico feliz. 
Nunca pensei “Poxa, se eu ainda tivesse aquela calça… “. Penso “Ufa, que bom! Ver aquela calça que não me servia me dava depressão”. E se eu emagrecer, vou bonita comprar uma nova. 
Outra estratégia que uso p/ evitar o acúmulo: quando compro uma peça, descarto outra. Se tenho uma nova é porque não preciso mais da velha, simples assim. Tem dado certo. 
Mantenho no guarda-roupa só o que  gosto de usar e tem a ver com meu estilo atual. Porque acontece isso tb, às vezes o estilo muda e fica aquela “coisarada” no guarda-roupa à toa.     
Se não quiser doar, organize um bazar para trocar peças com as amigas. Ou tente vendê-las, se a peça for nova e procurada no mercado. Ou então procure reformá-las. 
O negócio é evitar peças sem uso por perto e permitir que coisas melhores e mais úteis cheguem até você.

*Não entram nessa estatística as coisas q vc guarda porque coleciona ou têm valor sentimental. 

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Moda x Estilo

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Moda é mercado, ou seja, o que a indústria empurra p/ vc comprar. Tudo é moda, desde tecnologia até o que a gente come e veste. 
Hoje é moda usar tons terrosos, por exemplo. Vc entra nas lojas e só vê marrom e laranja. Azar se vc não gosta, é isso que tem p/ vender. Vc acaba comprando o que querem q vc compre, não o que vc quer comprar.  
Para quem é consumista, isso é um prazer e uma armadilha. Manter-se na moda custa dinheiro. Lá se vão cartões de crédito estourados por causa de umas peças “must have”. 
Particularmente, acho moda legal. Gosto de saber o que está ou estará nas ruas, mas a título de informação. Olho com cautela porque sei bem o que cabe no meu bolso e o que combina com meu corpo e estilo. 
Aí que entra a importância do ESTILO, que é usar o combina com vc, independente da moda.  
Quando a pessoa aprende a valorizar seu estilo, sente-se mais segura e se gosta mais ou seja, a autoestima melhora. Pode ver que uma pessoa que tem estilo, chama a atenção. Ela atrai olhares não necessariamente porque está usando peças da moda, mas pela sua postura positiva. Existe uma harmonia, a pessoa combina com o usa, sendo velho ou novo.  
Não estou falando de gente espalhafatosa, tá? Essas vão chamar a atenção até no escuro. E também não existe o estilo espalhafatoso. Existe o “criativo”, que gosta de misturar estampas e padronagens com bom senso. Também não estou falando mal de quem é espalhafatoso. Se a pessoa sente-se bem usando peças que chamem a atenção, beleza. É isso aí. Provavelmente ela estará feliz com sua imagem e é isso que importa, mais do que moda.    
Você pode estar por dentro de todas as tendências, usar as roupas mais caras e descoladas do planeta. Se não estiver de acordo com seu estilo, seu look moderno e caro vai aparecer. Só ele, você não.
Por isso, tome cuidado com a sedução da moda.  
Na hora de comprar roupas e sapatos, pense bem : 
– É um prazer momentâneo só porque está na moda ou vc realmente amou, adorou e combina com seu estilo? 
– Você tem pelo menos três peças no guarda-roupa que combinam com a que vc quer comprar? 
– Você vai usar bastante? 
– Precisa de ajuste? Às vezes fica mais caro que a peça. 
– Sua conta está no sinal verde? 
Se o seu estilo pede p/ vc comprar, comprar, comprar e você não pode ceder aos caprichos dele, coloque-o no cantinho da disciplina de vez em quando. 
Ter uma peça nova é ótimo p/ a autoestima, claro. Só não pode se tornar escrava disso p/ ficar bem. 
E como sair desse ciclo? Com educação, observação e respeito por si mesma. Assim você irá adequar o que a moda te oferece com o que vc quer, pode e precisa ter, de acordo com o seu estilo.


P.S. : Eu e minha amiga Leeh Trindade do Blog Miss Sainha tivemos uma transmissão de pensamento e postamos sobre o mesmo assunto hoje. Para ler o post dela, clique aqui

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Idéia recessionista

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Já que recessionismo tem a ver com reciclagem, quero dividir com vcs uma idéia que não é minha, vi no blog “Casa dos Brechós” e adotei!
Aliás, as meninas viram meu post e mostraram novamente a idéia original.
A caixa da Melissa Corallo como porta-tiaras fica ótima, muito prática.
Dentro da embalagem eu guardei meus lenços e faixas.
Serve também outra embalagem ou lata em forma de tubo.
É só uma dica para você aproveitar melhor suas coisas e espaço. ;o)

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Sou recessionista, e você?

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Olá Bauzete, tudo bem?

Vc conhece a palavra Recessionismo?
Recessionista é o consumidor consciente que gosta de seguir a moda, andar bem vestido, descolado, mas sem gastar muito ou, melhor ainda, não gastar nada e reciclar suas peças antigas.
Para o recessionista, o legal é vasculhar liquidações, promoções, pontas de estoque, brechós e pechinchas em sites de venda on-line. Ele fica feliz quando paga baratinho por uma peça, independente de onde ela tenha vindo e também quando suas peças recicladas chamam a atenção em looks criativos e elegantes.
E não há nada de vergonhoso nisso. Pelo contrário, a ostentação é que virou uma atitude de mal gosto, ainda mais nesses tempos de crise.
Eu sempre fui recessionista e não sabia. Amo comprar peças em liquidação ou em lojas populares e não ligo para marcas. Uso peças compradas há 10 anos, ou até beem mais antigas, como umas bijouxs que foram da minha saudosa vovó.
Procuro acompanhar as tendências, mas não entro em depressão se não tiver uma peça nova, muito menos perco as contas de vista para me vestir conforme os editoriais das revistas de moda.
Também não gosto de acumular peças sem uso. Prefiro passar para frente o que comprei e não usei ou usei pouco, do que deixar a peça aqui mofando, só p/ fazer volume.
Para quem quiser saber mais sobre o termo e a atitude recessionistas, há um blog, o The Recessionista, criado pela executiva de marketing Mary Hall para compartilhar suas boas compras.
Se você ainda não aderiu à nova onda mais adequada aos tempos de não consumo, que tal tentar? ;o)

Bjks,

Giane Carvalho

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