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Armário Cápsula – Etapa 1 na prática!

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Olá Bauzetes e Bauzeiros! Muitos se animaram a fazer o Armário Cápsula depois desse post aqui ó… Então eu voltei para compartilhar como está sendo minha transição de um armário normal bastante econômico para um que é minimalista de verdade.

Recapitulando: O seu armário tem que ter a sua cara, atender as suas necessidades e fazer sentido pra você. O número de peças é uma escolha sua, os itens que entram ou não, são uma escolha sua, sazonal ou definitivo também é uma escolha sua.

Para as pessoas que são consumistas, acumuladoras ou tem armários lotados e nem sabem por que, fazer o armário cápsula será mais desafiador. Pra mim está sendo um pouco natural, mas essa naturalidade não é obrigatória.

Eu dividi esse desafio em etapas e a primeira delas é subdividida em:

  1. Analise: Defina seu número de peças ideal pensando no seu dia a dia e necessidades.

Escolha seu estilo por paleta de cores ou conceito. Uma consultoria de imagem pode ajudar, se ainda não tiver recurso para isso, garimpe, tem muita informação gratuita e bacana por aí. Nós do Baú não somos consultoras, orientamos sobre projeção, afinal todo profissional de propaganda e rádio/tv é produtor por tabela, são profissionais como nós que (além de redigir, criar e/ou dirigir) vestem as pessoas nos comerciais e programas, com o intuito de passar uma imagem ou vender uma ideia, assim como na vida todos estamos “vendendo” nossas ideias. Por isso entendemos o suficiente sobre moda, estilo, projeção e mkt pessoal pra tocar o nosso Bauzinho com certa propriedade.

  1. Desapegue: De tudo que não te representa ou não te projeta como gostaria.

Também de tudo que está em mau estado de conservação, prejudica suas formas ou não te serve mais.

É o tipo apegada ou apegado? Sugiro um exercício: Coloque essas peças numa caixa fora do G.R, é a última chance delas, defina um tempo, usou bem, não usou? Amém.

Separe as peças com potencial de venda e envie para um brechó, é uma maneira bacana e sustentável de capitalizar para as próximas compras.

Troque ou doe aquilo que sentir vontade.

  1. Organize: Já enxuto é hora de organizar seu armário, com mais espaço vai ficar fácil ter peças sempre lisinhas e cheirosas, ao alcance dos olhos e prontas para usar. Além de conservadas por mais tempo.

Seguir alguns perfis de profissionais em organização pode te ajudar sugiro a Helen Organizer.

Mantenha limpo e arrumado, acredite é uma prática super construtiva que você vai levar do closet para a vida.

  1. Otimize: Ficou alguma coisa que precisa de reforma? Aquele vestido tem uma estampa linda, mas está curto d+? Vira camiseta, a saia vira top, aperta daqui, estica de lá e voilá, peças novas! Ouse fazer diferente!

Experimente novas combinações e vá anotando tudo para consultar na hora da pressa ou da dúvida.

  1. Expanda: Que tal experimentar esse conceito na caixinha maquiagem e esmaltes, será que você também precisa de tantos cremes e shampoos? Usar um único perfume ajuda a definir uma identidade própria, já pensou nisso? Ouse ir além!

Faça isso o quanto antes, não se preocupe com a perfeição, o armário é seu e vai estar ali pra você mexer e remexer quantas vezes quiser. O importante é começar!

É mais do que um estilo de vida é um exercício de assertividade, por exemplo, desapegar de uma jaqueta velha pode te ajudar a se desprender das coisas que, assim como ela, ficam jogadas lá no fundo do seu íntimo, as vezes lembradas, as vezes esquecidas, mas sempre ocupando o espaço daquilo que é novo.

Pense a respeito e se fizer sentido pra você, encontre a sua maneira de encapsular o que é material e expandir o que é livre, belo, nobre e gratuito: O poder pessoal, que nunca sai de moda e fica lindo em você.

Beijos e abraços apertados!

Iluminem-se!

Bel Ramalho – Comunicóloga e Coach Executivo e de Vida

 

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Consumo compulsivo. Como se livrar desse hábito destrutivo.

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Olá Bauzetes e Bauzeiros! Simmmm temos garotos frequentando o blog!

Esse post foi escrito para quem QUER ajuda. Comprar em excesso é um erro banalizado, isso está mudando, mas ainda é para alguns status de “poder”, quem sofre as consequências da pseudo alegria do consumismo sabe o sofrimento que existe por trás desse péssimo hábito.

Aqui vão algumas dicas para conseguir driblar esse comportamento:

  1. Desative os e-mail marketing das lojas. Tire os sites de compras da aba de favoritos e saia dos grupos de compra e venda, essas ferramentas são pensadas para nos persuadir e apesar de deliciosas são sempre um convite ao consumo. Se possível bloqueie o acesso a esse tipo de conteúdo no computador e também no seu celular.
  2. Limite-se a ir apenas onde precisa, se tem que ir a papelaria, vá a papelaria. Seja objetivo, antes de sair de casa determine um trajeto e tenha sempre uma lista das coisas que realmente precisa comprar.
  3. Não deixe a loja vir até você. Sabe aquela “amiga” revendedora que se convida pra ir a sua casa toda vez que tem novidade? Já percebeu que sem a “sacola” ela não aparece pra te visitar? Você sempre acaba comprando algo que não precisa, comece a rever seus contatos e os interesses deles. Aprenda a dizer não.
  4. Mantenha seus pertences organizados, é sempre difícil achar algo bacana em meio a tanta bagunça. Tudo parece inútil quando está sujo ou amassado.
  5. Liste e explore o que você já tem. Pare de listar o que não tem. Se gasta muito com roupas por exemplo, prove cada uma e crie uma lista com as combinações que dão certo, experimente novas combinações, deixe essa lista ao alcance dos olhos e vá editando esse material de acordo com as experiências. Isso vale para cada tipo de consumo. É comida? Liste a geladeira. Itens para casa? Para o carro? Liste o que já tem e como pode valorizar aquilo.
  6. Faça trocas.  O que você não quer mais, pode ter utilidade para alguém certo? E de quebra essas pessoas podem estar desapegando de algo que você precisa ou quer muito. Uma alternativa bacana é vender e comprar desapegos em brechós e sites de usados.
  7. Faça uma dieta financeira, estabeleça prazos e quando bater aquela vontade de gastar, leia um livro, faça algo produtivo, de preferência que te faça ganhar dinheiro, não perder… Evite procrastinar. Ao final do prazo se presenteie.
  8. Não aceite cartões de lojas e evite compras longamente parceladas, os juros são abusivos e chegam a ter o valor integral da compra. Se for preciso cancele seu cartão de crédito. Sim, porque esconder não adianta mais, você já decorou o número e até o código de segurança.
  9. Não se sabote, liquidações são ótimas, mas você não é obrigado a participar. Não adianta se enganar comprando coisas baratas na tentativa de se isentar da culpa, você vai acumular uma quantidade de produtos sem valor financeiro ou de uso, isso irá se tornar um problema maior futuramente.
  10. Pense nas coisas que você perde com seu comportamento consumista, no quanto isso afeta suas relações, em quantos lugares bacanas você deixa de ir, no futuro que você deixa de planejar e no quanto o pós-compra te deprime. Isso se chama motivação pela dor.
  11. Faça mais programas caseiros, chamar os amigos e dividir as tarefas da noite é super justo, além de interativo, cada um pode levar um prato ou pagar metade da pizza.
  12. Explore os recursos, faça viagens curtas, conheça sua região, experimente coisas mais simples, você vai se surpreender com as emoções que um simples picnic pode proporcionar. Nos acostumamos erroneamente a procurar felicidade em luxos. Esse ano experimente algo diferente disso.
  13. Caia na real, seus hábitos de consumo são coerentes com o seu estilo de vida? Precisamos nos monitorar quanto a isso, muitas vezes a intenção é positiva, talvez demonstrar um certo poder aquisitivo (que não se tem) seja uma defesa à deficiências emocionais muito íntimas e nunca antes exploradas. Avalie isso de maneira sóbria e entre em ação contra esse sentimento, afinal de contas, máscaras desse tipo caem muito rapidamente e sempre nos expõem ao ridículo. Quase sempre no intuito de tapar um buraco acabamos caindo em outro maior. Lembre-se, você não precisa provar nada pra ninguém.

Experimente esses passos e caso não consiga sozinho peça ajuda profissional. Terapia e técnicas alternativas não são motivo de vergonha, vergonha é cair e ficar beijando o chão.

Abraços apertados! Se cuidem.

Bel Ramalho – Coach Executivo e de Vida.

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