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Armário Cápsula – O que é e como montar o seu.

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Olá Bauzetes e Bauzeiros. Vamos conversar sobre estilo de vida? O papo hoje é sobre slow fashion, consumo consciente, Armário Cápsula.

Armário-cápsula é um termo criado pela britânica Susie Faux nos anos 70, consiste em ter uma pequena coleção de itens essenciais e atemporais.

Atualmente o termo também se refere a um grupo de peças que quando combinadas entre si, maximizam o número de looks. O objetivo de ambos os conceitos é ter looks ideais para todas as ocasiões mas sem gerar acumulo de peças.

O desafio raiz é viver com apenas 37 peças de roupas que são atualizadas a cada três meses – sem comprar nada nesse período.

Montagem:

Existem diversas formas de organizar um armário-cápsula, o que eu defendo é colocar sua personalidade e necessidades nele, a sugestão é uma coleção a cada estação. A ideia é não comprar nada, nada, nada durante esse período, exceto necessidades extremas. E as peças de cada estação serão guardadas para a volta da temporada.

A quantidade de roupas é uma escolha pessoal 15, 30, 45… E nesse número, incluem-se também os acessórios como bolsas, lenços e sapatos.

Eu decidi viver essa experiência e comecei a movimentar a transição.Por que? Porque eu sempre mantive um número mínimo de roupas, mas descobri que posso viver e me sentir melhor com bem menos. Isso tem muita coerência com meu estilo de vida e minhas escolhas atuais.

Como eu vou fazer: Montar meu armário com no máximo 45 peças de base, não farei a troca entre estações, exceto das peças extremamente sazonais como lãs e biquínis.

Como começar:

  1. Autoconhecimento: Defina seu estilo. Sugiro as perguntas: Como gosto de me sentir? / Como quero parecer?
  2. Qual meu esquema de cores: Você não precisa usar somente cores básicas se não gosta delas, armário cápsula não é privilegio dos básicos, mas busque dar preferência para cores neutras para as peças base. Olhe com carinho para atemporais, evite as “cores do ano”.
  3. Escolha seus padrões: Assim como as cores dê preferência aos atemporais.
  4. Opte por qualidade: A ideia é ter poucas roupas certo? Então elas precisam durar para ser usadas várias vezes. Qualidade e preço nem sempre estão atrelados, mas se em alguns casos estiver, pense nisso como investimento. Mais uma vez sugiro que as peças bases recebam maior recurso.

Na prática:
1. Faça uma boa faxina, desapegue, doe, venda ou troque as peças que não te representam mais. Mandar pra um Brechó é bacana, você capitaliza para as próximas compras.

2. Crie uma pasta de armário cápsula ideal no seu celular, isso ajuda na hora das compras. é tipo aquela lista que levamos ao super pra não comprar aleatoriamente.

3. Busque na internet aqueles quotes de itens básicos para um guarda roupa estiloso, pode te ajudar a não esquecer de nada.

Quais são os benefícios de limitar o guarda roupa:

  • Otimização de recursos:  Nada de desperdícios de peças, peças esquecidas quase sempre são compradas em duplicata.
  • Otimizar o espaço no seu guarda-roupa:  O que faz você enxergar tudo que tem e não comprar peças em duplicata rsrsrs… Sim tá tudo muito ligado!
  • Otimiza tempo: Pois facilita a escolha das roupas, são poucas opções, você realmente ama tudo que escolheu e tá tudo ao alcance dos olhos.
  • Reforço na identidade e auto estima: Afinal de contas vai vestir apenas o que você é, o que te projeta bem e o que realmente faz sentido pra você. A auto estima vem por tabela, coerentes com nossa identidade concentramos nossa intenção e modificamos nossas realidades (já falamos disso aqui)
  • Mais poder pessoal: Menos compras impulsivas exigem mais assertividade, a pratica de ser assertivo se torna um hábito, essa habilidade é somado a sua personalidade, aquela que fica contigo a vida inteira, não sai de moda e não é descartada quando rasga.
  • Otimização do dinheiro: Você não comprará roupas novas por pelo menos três meses ou mais como no meu caso. Nesse período terá tempo para organizar suas finanças.
  • Dar mais valor a você se tornar mais criativa: Pois será a principal peça base e  terá que desenvolver muitas combinações com pouco, esse despertar da criatividade exercita em nós a habilidade de gerenciar recursos e solucionar crises.
  • Vai cuidar da saúde: As roupas precisam servir por mais tempo.

Economicamente, ecologicamente e socialmente saudável, essa é a minha escolha pro momento, vou adorar saber o que vocês estão aprontando por ai. Vamos cocriar!

Talvez esses outros artigos te interessem: Consumo compulsivo e Minimalismo.

Beijos e Iluminem-se!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Coach Executivo e d Vida.

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Crença limitante x Crença poderosa – Reprograme sua mente!

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Bauzetes e Bauzeiros bem vindos mais uma vez! Hoje vamos conversar sobre Crenças, então caneta e papel na mão.

Do ponto de vista do Coaching, CRENÇAS  são verdades individuais.  Tudo aquilo no que acreditamos e que faz muito sentido para nós, mesmo quando somos sabotados por elas.

Como se forma o nosso sistema de crenças?

Através de toda experiência que temos ou aquilo o que nos é ensinado desde o inicio de nossa vida, sobretudo quando começamos a desenvolver nosso processo de identidade ( o que se dá por volta dos 7 anos, na fase da maturação física e percepção do eu, segundo a Teoria dos Setênios.)

Basicamente nessa sequência:

1. Algo acontece.

2. Interpretamos a experiência e tomamos uma decisão sobre o que precisamos fazer para nos preservarmos ou sentirmos bem dentro de nossas idiossincrasias.

3. Passamos a ter certeza sobre aquela decisão.

4. Procuramos e acabamos por encontrar mais indícios de que aquela é a decisão mais “certa” para nós, ignoramos e negamos indícios contrários.

5. A crença começa a comandar nossas intenções e ações, o que acaba criando nossa realidade de acordo com a crença.

Essas crenças direcionam todo o nosso viver, sendo capazes de gerar doenças físicas e emocionais, elas têm poder de nós fazer doentes ou saudáveis, felizes ou infelizes. Vejam por ai a importância de desenvolver crenças poderosas, que nos tragam energia vital, saúde e comportamentos assertivos.

Exemplos de crença limitante: “Eu não sou capaz.” ” Nenhum homem presta.” ou ainda “Toda mulher é interesseira.”  Crenças como essas, desenvolvidas pela criação ou por experiências de vida mal sucedidas, limitam muitos homens e mulheres a desenvolverem relacionamentos afetivos doentios e destrutivos.

Como podemos atuar contra crenças desse tipo? Desenvolvendo crenças poderosas. Como? Inicialmente criando vozes internas de anulação. Por exemplo, quando ocorrer esse padrão de pensamento negativo, encontre alguma voz que anule ou substitua de maneira satisfatória e positiva, por exemplo: “Isso aconteceu pra mim, mas isso não sou eu.” ” Agora eu tenho ótimos relacionamentos” contudo se a crença negativa é forte ou enraizada frases desse tipo podem não ser boas o suficiente, então podemos nos colocar a disposição para vencer a crença, usando por exemplo: “Estou disposto a ter relacionamentos maravilhosos” , quando se diz estar disposto a resistência baixa, declarações desse tipo atuam consciente e inconscientemente, sendo mais fácil transcender crenças definitivamente, cognitiva e não cognitivamente.

Toda crença além de guiar comportamento e criar realidade, também tem vibração particular, ou seja, pensamentos carregam uma vibração própria, quando você compreende seus sentimentos e a origem deles em seu sistema de crenças você consegue ver de maneira clara e consciente o que está liberando em termos vibratórios. Sua vibração está de acordo com o que deseja manifestar e consequentemente atrair?

Não é mística, isso é física quântica e PNL.

Você é um concentrador de energia, cria crenças que detêm vibração. As vibrações que você concentra em si, atrairão energias semelhantes, logo se você tiver uma crença de baixa autoestima emitirá essa energia e atrairá pessoas pessoas e situações que reforçarão em você esse sentimento. Gerando novas experiências negativas, que reforçam ainda mais a crença num círculo de prejuízo, que sem lucidez e desejo de mudança será infinito.

Falando em mudança, se nota que algumas pessoas não mudam , é  a crença negando o desejo de mudança, o que chamamos de zona de conforto. Nesse caso é necessário gerar uma estratégia (ANOTE):  Identificar o cenário atual, o desejado, reconhecer as forças limitantes e as favoráveis e então gerar os recursos  necessários para a mudança, diminuindo as limitações e fortalecendo as favoráveis. Muitas vezes é difícil gerar esses recursos devido a interferência de pensamentos e comportamentos contrários ao objetivo.

Geralmente essas interferências são de três tipos: 1- A pessoa não desejar a mudança. 2 – Não saber por onde começar ou o que fazer ou/e 3 – Não se dar a chance de mudar.

Essas interferências têm um ganho secundário, cada crença negativa está camuflada de um ganho talvez significativo para o sujeito (como uma criança que finge estar doente para ganhar atenção) identifique o ganho e tente proporcionar-se o mesmo benefício, sem a necessidade do emprego da sabotagem.

Exercícios práticos:

  1. Para mudar uma crença é preciso querer mudar, saber como e se dar a chance, mas antes é preciso acreditar. Como? Desenvolvendo crenças de poder pessoal, no início oralizando, você já ouviu dizer que “No início era o verbo”, justamente e continua sendo, tudo começa na palavra, tudo que falamos e pensamos não se desfaz, fica eternamente vibrando (já falamos sobre vibração). Então vibre no positivo, sugiro sempre usar: EU TENHO UMA CRENÇA… (ai então insira a crença nova e poderosa que sobreponha a antiga limitante)
  2. Favoreça fisiologicamente a mudança: Sempre que desejar algo, crie uma imagem do estado desejado olhando para cima e a direita. Será mais propicio do que se estiver olhando para baixo e a esquerda.
  3. Use a Estratégia que falamos antes, em negrito ali em cima.
  4.  Assuma um compromisso com a mudança: Seja coerente, intenção é extraordinariamente poderosa se concentrada, concentramos intenção alinhando nossas atitudes ás nossas intenções e valores. Fazemos o que falamos e falamos do que acreditamos.
  5. Não espere que a crença coincida com a realidade, entenda que inconscientemente não sabemos a diferença entre real e imaginário portanto, pense no positivo e insira recursos para que se forme crenças novas.
  6. Não crie resistência ao indesejado: Tudo ao que você  resiste, persiste. Como? Toda vez que na melhor das intenções dizemos por exemplo: ” Não quero agir de maneira impulsiva.” estamos criando resistência à impulsividade e vamos continuar a agir impulsivamente, pois nossa mente consciente entende a mensagem, contudo a mente inconsciente só sabe o que é o sim, ela retira o não da frase e envia apenas o comando “Quero agir de maneira impulsiva.”. Agora tendo conhecimento disso, vemos quantos pensamento negativos temos diariamente, embora que com intenção positiva. Mas isso é totalmente reversível, então reprograme-se, procurando sempre oralizar e pensar sobre o que você quer, ao invés do que você não quer. Fale e pense de maneira a criar as realidades que deseja para sua vida. Por exemplo: “Quero agir de maneira calma e consciente.”
  7. Mantenha um diário de auto monitoramento.

Isso é comunicação a favor! E com poder extraordinário. Fique de olho no blog, no nosso Ig e na nossa Fanpage, você também pode digitar Coaching na caixa de pesquisa e ler mais artigos como esse.

Tudo na vida é prática, ouse experimentar verdadeiramente esses conceitos por alguns dias e avalie os resultados.

Beijos e abraços apertados!

Bel Ramalho – Comunicóloga e Coach Executivo e de Vida

 

 

 

 

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Pelo fim do Feminicídio e da Cultura do Estupro

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Olá Bauzete, tudo bem?

Hoje queremos conversar sobre a questão da violência contra a mulher e da cultura do estupro.

Vamos relembrar alguns casos recentes que foram destaque na mídia:

Em maio de 2016, uma adolescente de 16 anos sofreu estupro coletivo em uma comunidade no Rio de Janeiro. Videos e fotos da barbárie foram divulgados na internet e sete homens foram indiciados.

Em outubro de 2016, a adolescente de 16 anos Lucia Perez foi drogada, estuprada e empalada na cidade de Mar del Plata, na Argentina. O caso foi o estopim do protesto chamado “Ni Una Menos”, realizado por mulheres argentinas e que ecoou em outros países.

Diariamente encontramos notícias sobre feminicídio e estupro e os dados são alarmantes.

De acordo com a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, Feminicídios são assassinatos marcados por impossibilidade de defesa da vítima, torturas, mutilações e degradações do corpo e da memória.

No Brasil, a taxa de feminicídios é de 4,8 para 100 mil mulheres – a quinta maior no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em primeiro lugar está El Salvador, seguido por Colômbia, Guatemala e Rússia.

As notícias geralmente são acompanhas de comentários do tipo “só acontece com mulher a toa que fica na rua. Se ficasse quieta dentro de casa, estaria salva”, “É uma vagabunda mesmo, procurou, achou”, e por aí vai.

Só que é no universo doméstico que ocorrem 55,3% dos assassinatos, 50,3% cometidos por familiares, 33,2% dos algozes são o marido, namorado ou ex.

Neste momento que você lê o nosso post, uma mulher está sendo ameaçada, assassinada, estuprada, mutilada. Em menos de 12 minutos, já aconteceu. Confira no vídeo produzido pela equipe R ao Cubo:

 

Não é mimimi de feminista, é uma realidade terrível que precisa ser encarada com coragem e discernimento.

Para acabar com a violência contra a mulher e a cultura do estupro, você pode ajudar, por exemplo:

  • Não fazendo e não rindo de piadinhas sexistas
  • Não endossando o coro que a mulher mereceu. Ninguém, independente da roupa, do corpo, do comportamento, pede para ser agredida e morrer.
  • Aceitando que NÃO é NÃO e que a investida nesse caso é crime.
  • Educando para o respeito à todos os seres humanos
  • Denunciando a Delegacia de Defesa da Mulher e à Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180. O serviço de utilidade pública é gratuito e confidencial. O atendimento é oferecido 24 horas por dia, todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados

Participamos da Campanha #seeudissernãoéestupro, realizada pela revista Marie Claire em junho de 2016. Não importa quantas doses você bebeu, com quantos você saiu, o que você estava vestindo – e, principalmente, o que você não estava vestindo. Se disser não, e alguém a forçar, é estupro.

O Blog Baú Hype tem a missão de ser do bem, de propagar coisas boas. Por isso, achamos importante falar sobre este tema a fim de propor a reflexão e, quem sabe, a mudança de atitudes e pensamentos por parte de quem acha um gênero é superior ao outro e quem está no topo pode fazer o que quiser.

Não deve existir distinção. Todos merecem ser tratados de forma respeitosa, educada e pacífica. ♥

Bjks,

Giane Carvalho

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Sobre cabelo e empoderamento

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Olá Bauzete amiga/o, tudo bem?

Hoje quero contar p/ vc o que aconteceu comigo e com o meu cabelo nos últimos dois anos, o que me levou a deixá-lo cacheado e comprido. Adianto que não foi só por vaidade. Foi um processo de EMPODERAMENTO, palavra que está em alta e que é uma coisa linda quando incrusta na alma da gente. ♥

O que é Empoderamento?

Ok, e o que cabelo tem a ver com isso?

Tem a ver quando vc se conhece e percebe que ter o que cabelo, o corpo, o estilo que vc quer, à sua maneira, que te agrada, sem se preocupar com a moda e com as expectativas dos outros, você fica em paz, se fortalece, ganha autoconfiança e se posiciona melhor na vida. Você passa a se amar, a se respeitar e isso se reflete na sua forma de lidar com os outros e com as situações.

Fonte: Instagram dos nossos amigos da Alastra Comunicação.

Quando comecei a jornada da transição, como contei nesse post, queria me livrar da progressiva que me forçava a fazer escova no calor, a não encarar praia e piscina sossegada, a não um monte de coisas. Depois fui vendo que esse processo estava mexendo com o meu interior e com a minha postura. Entrei em grupos do Facebook e conheci moças maravilhosas, suas histórias e entendi que deixar o cabelo natural ou colorido, liso ou crespo, careca, curto ou comprido, do jeito que VOCÊ gosta, é importante para mostrar ao mundo que você se respeita, respeita o outro, tem segurança do seu potencial e  não sofre, não fica doente para entrar em fôrmas difíceis, às vezes cruéis, para agradar a platéia.

Depois que tirei a progressiva, mantive meu cabelo curto por anos. Adorava!

Até que há dois anos, mais ou menos, resolvi que não iria mais cortar o cabelo no salão. Já sabia cuidar e aprendi a cortar também. Peguei o jeito do bichinho, conquistei autonomia e fui cuidando dia após dia p/ que ele crescesse de forma saudável (sou adepta do low poo e do co-wash e faço botox ou alinhamento dos fios a cada 3 meses, única coisa que ainda me leva ao salão). Esse processo melhorou minha autoestima e me empoderou. Me senti muito melhor, mais forte, produtiva, criativa, equilibrada, etc.

Comprimento atual

Há quem ache bonito assim e há quem ache que eu devo cortar porque porque antes eu tinha uma imagem mais moderna (ou seja, fiquei Jeca com esse cabelão), que eu gasto muita energia cuidando dele e que poderia ser usada em outra coisa mais “produtiva”, que eu virei o meu cabelo.

Se eu passasse por um visagista, provavelmente ele também me falaria p/ cortar essa juba porque ela não combina com a minha idade nem com a minha imagem profissional. Amo visagismo, aliás ainda quero fazer cursos nessa área, mas acho também importante respeitar o momento e a alma da pessoa.

Se o cabelo curto ou comprido faz com que ela tenha vontade de se abraçar, de abraçar o mundo e dar o melhor de si em suas atividades e relações, então que use assim, né?  Se todos pudessem cultivar esse sentimento, imagina que revolução positiva nós teríamos? 😉

Desejo de coração que meu relato possa ser interessante p/ quem está passando pela transição, se autoconhecendo, buscando sua melhor imagem p/ se tornar uma pessoa melhor.

Se você já alcançou esse estágio, parabéns pela conquista! ♥

Bjks,

Giane Carvalho

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Consumo compulsivo. Como se livrar desse hábito destrutivo.

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Olá Bauzetes e Bauzeiros! Simmmm temos garotos frequentando o blog!

Esse post foi escrito para quem QUER ajuda. Comprar em excesso é um erro banalizado, isso está mudando, mas ainda é para alguns status de “poder”, quem sofre as consequências da pseudo alegria do consumismo sabe o sofrimento que existe por trás desse péssimo hábito.

Aqui vão algumas dicas para conseguir driblar esse comportamento:

  1. Desative os e-mail marketing das lojas. Tire os sites de compras da aba de favoritos e saia dos grupos de compra e venda, essas ferramentas são pensadas para nos persuadir e apesar de deliciosas são sempre um convite ao consumo. Se possível bloqueie o acesso a esse tipo de conteúdo no computador e também no seu celular.
  2. Limite-se a ir apenas onde precisa, se tem que ir a papelaria, vá a papelaria. Seja objetivo, antes de sair de casa determine um trajeto e tenha sempre uma lista das coisas que realmente precisa comprar.
  3. Não deixe a loja vir até você. Sabe aquela “amiga” revendedora que se convida pra ir a sua casa toda vez que tem novidade? Já percebeu que sem a “sacola” ela não aparece pra te visitar? Você sempre acaba comprando algo que não precisa, comece a rever seus contatos e os interesses deles. Aprenda a dizer não.
  4. Mantenha seus pertences organizados, é sempre difícil achar algo bacana em meio a tanta bagunça. Tudo parece inútil quando está sujo ou amassado.
  5. Liste e explore o que você já tem. Pare de listar o que não tem. Se gasta muito com roupas por exemplo, prove cada uma e crie uma lista com as combinações que dão certo, experimente novas combinações, deixe essa lista ao alcance dos olhos e vá editando esse material de acordo com as experiências. Isso vale para cada tipo de consumo. É comida? Liste a geladeira. Itens para casa? Para o carro? Liste o que já tem e como pode valorizar aquilo.
  6. Faça trocas.  O que você não quer mais, pode ter utilidade para alguém certo? E de quebra essas pessoas podem estar desapegando de algo que você precisa ou quer muito. Uma alternativa bacana é vender e comprar desapegos em brechós e sites de usados.
  7. Faça uma dieta financeira, estabeleça prazos e quando bater aquela vontade de gastar, leia um livro, faça algo produtivo, de preferência que te faça ganhar dinheiro, não perder… Evite procrastinar. Ao final do prazo se presenteie.
  8. Não aceite cartões de lojas e evite compras longamente parceladas, os juros são abusivos e chegam a ter o valor integral da compra. Se for preciso cancele seu cartão de crédito. Sim, porque esconder não adianta mais, você já decorou o número e até o código de segurança.
  9. Não se sabote, liquidações são ótimas, mas você não é obrigado a participar. Não adianta se enganar comprando coisas baratas na tentativa de se isentar da culpa, você vai acumular uma quantidade de produtos sem valor financeiro ou de uso, isso irá se tornar um problema maior futuramente.
  10. Pense nas coisas que você perde com seu comportamento consumista, no quanto isso afeta suas relações, em quantos lugares bacanas você deixa de ir, no futuro que você deixa de planejar e no quanto o pós-compra te deprime. Isso se chama motivação pela dor.
  11. Faça mais programas caseiros, chamar os amigos e dividir as tarefas da noite é super justo, além de interativo, cada um pode levar um prato ou pagar metade da pizza.
  12. Explore os recursos, faça viagens curtas, conheça sua região, experimente coisas mais simples, você vai se surpreender com as emoções que um simples picnic pode proporcionar. Nos acostumamos erroneamente a procurar felicidade em luxos. Esse ano experimente algo diferente disso.
  13. Caia na real, seus hábitos de consumo são coerentes com o seu estilo de vida? Precisamos nos monitorar quanto a isso, muitas vezes a intenção é positiva, talvez demonstrar um certo poder aquisitivo (que não se tem) seja uma defesa à deficiências emocionais muito íntimas e nunca antes exploradas. Avalie isso de maneira sóbria e entre em ação contra esse sentimento, afinal de contas, máscaras desse tipo caem muito rapidamente e sempre nos expõem ao ridículo. Quase sempre no intuito de tapar um buraco acabamos caindo em outro maior. Lembre-se, você não precisa provar nada pra ninguém.

Experimente esses passos e caso não consiga sozinho peça ajuda profissional. Terapia e técnicas alternativas não são motivo de vergonha, vergonha é cair e ficar beijando o chão.

Abraços apertados! Se cuidem.

Bel Ramalho – Coach Executivo e de Vida.

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Prosperidade. 10 Passos para um 2017 poderoso!

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Olá Bauzetes e Bauzeiros!

Começamos 2016 falando sobre as 4 Leis Indianas e os benefícios de sua prática, quem leu leu, quem não leu pode clicar aqui e conferir.

Esse ano vamos começar falando novamente sobre PROSPERIDADE. Dessa vez com uma abordagem diferente. Então já sabe, papel e caneta na mão, anote tudo que fizer sentido pra você e crie oportunidade para praticar o quanto antes.

Prosperidade é um estado de progresso que promove sensação de contentamento e ao contrário do que geralmente pensamos, não está ligada somente ao dinheiro, este estado de contentamento e satisfação pode ser tanto físico, financeiro, emocional ou ambos.

Prosperidade está intimamente ligada ao otimismo e eu não vejo maneira mais prática de se tornar uma pessoa positiva do que tendo experiências maravilhosas na vida. Como podemos nos proporcionar isso? É simples, experimentando coisas novas, quando você ousa fazer diferente o resultado sempre muda e mudança pra quem está estagnado é sabor de prosperidade. Pense nisso.

Alguns passos práticos para se tornar uma pessoa próspera:

1. Experimentar novas escolhas. Comece com novas combinações de roupas, novos lugares, novos hábitos de consumo.

2. Seja menos resistente ao otimismo. Se tiver dificuldades com isso leia esse artigo aqui.

3. Abandone o que é velho, velhos objetos, velhos hábitos, velhos padrões de pensamento, velhas companhias, velhas zonas de conforto desconfortáveis. Isso vai ajudar com os dois passos anteriores.

4. Olho do dono engorda o gado, onde você colocar seu foco, você prosperará, então se quer muito uma coisa pense naquilo, leia sobre aquilo, imagine aquilo acontecendo o tempo todo (tela mental positiva), faça esforços e sacrifícios.

5. Você não precisa esperar até que vença os medos, você pode começar  enfrentando-os, ser positivo ou agir como se fosse durante um tempo vai te ajudar com isso.

6. Ter prioridades. O que é mais importante para você nesse momento? Quanto tempo ou energia você tem dispensado nisso?

7. Aceite que não há nada de egoísmo em protagonizar, talvez para isso você precise deixar coisas e pessoas pelo caminho, mas como recompensa alcançará muito mais do que o esperado.

8. Diga não aos seus controles rígidos. Muitas vezes a melhor solução ou o caminho certo está em algo que jamais imaginamos. Já pensou que você mesmo pode estar impedindo o seu progresso?

9. Escolha palavras para seu novo ano, por exemplo: CONQUISTA. Agora crie uma crença positiva para ela, por exemplo: EU TENHO UMA CRENÇA, EU NÃO PARO NO CAMINHO! ou ainda FELICIDADE, EU TENHO UMA CRENÇA, 2017 VAI SER MELHOR QUE 2016. Essas crenças funcionarão como um combustível para seguir caminho e como antídoto quando maus pensamentos vierem a tona, além de energeticamente serem decretos de prosperidade. Lembre- se sempre do poder das palavras, eu crio enquanto falo. Abracadabra!

10. Escreva sobre isso, mantenha um diário de auto monitoramento, escreva as coisas ruins e boas que sente, procure manter o foco no positivo, escreva metas e não duvide delas. Tudo que é escrito ganha performance, pensamentos e ideias são etéreos, vai ser bom você trazer as coisas para o plano físico, para aqui e agora.

Faixa bônus: Não superestime as dificuldades. Talvez você já tenha feito isso d+.

Pronto. Você está apto para um 2017 de muita luz!

Um montão de beijos e abraços apertados! Se cuidem e Feliz Ano Novo!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Coach Executivo e de Vida

 

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De malas prontas p/ 2017

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Olá Bauzete, tudo bem?

Hoje queremos aproveitar o espírito de renovação que se faz presente nessa época para refletirmos sobre o aprendizado de 2016 que levaremos para 2017. 😉

Francine Rodrigues:

“Apesar de 2016 ter passado voando, posso dizer que foi um bom ano para mim.
Comemorei meus 30 aninhos ao lado de pessoas queridas e especiais \0/
Apertei muito meus sobrinhos (Cecília e Miguel, titia ama vocês <3)
Comecei meu MBA em Gestão de Marketing e Negócios.
Conheci várias pessoas e fiz novas amizades.
Na parte profissional, 2016 foi um ano de muito trabalho e tive a oportunidade de fazer minha primeira viagem de avião (que frio na barriga, rsrsrs).
Não consegui atingir todas as metas que tinha planejado para este ano, mas vamos que vamos correr atrás em 2017.
Agradeço a Deus por mais um ano com saúde, ao lado da minha família e dos meus amigos #gratidãosempre
Para 2017 espero que seja cheio de alegrias, realizações e novas conquistas =)”

Bel Ramalho:

“O ano de 2016 me ensinou a fazer diferente, a experimentar novas escolhas e a ser menos resistente.
Vivi momentos nunca antes imaginados e com eles aprendi que alcançar tudo aquilo que deseja não é uma missão difícil se você estiver disposto a abandonar o que é velho.
Aprendi na prática que o olho do dono engorda o gado, onde você colocar seu foco, você vai prosperar, então se quer uma coisa pense naquilo, leia sobre aquilo, imagine aquilo acontecendo o tempo todo, faça decretos, sacrifícios e aceite que talvez você precise deixar coisas e pessoas pelo caminho, mas como recompensa alcançará muito mais do que o esperado.
2016 me ensinou a vencer medos, ter prioridades, me ensinou que não há nada de egoísmo em protagonizar e que é possível vencer mesmo que o cenário seja desfavorável.
De maneira incrível 2016 me ensinou tudo sobre prosperidade, em todos os seus possíveis sentidos.
Estou apta para um 2017 de muita luz! E que a cada passo, Deus sempre faça de mim instrumento de sua paz…

Giane Carvalho

“Meu foco em 2016 foi ser mais leve. Pedi a Deus que, se fosse do meu merecimento, que eu tivesse dias felizes e pudesse levar essa vibração para as pessoas à minha volta.

Olha que beleza, deu certo! Foi um ano tranquilo, alto astral, de mais aprendizado pelo amor do que pela dor. Os problemas foram encarados com equilibrio, serenidade, coragem e isso muito me orgulha. Em outros tempos, eu teria sofrido mais. Mas em 2016 consegui me manter positiva e autoconfiante.

Então o que levo p/ 2017 e espero conseguir manter até o final é a sensação de leveza, o bom humor, a criatividade, a vontade de não ficar parada fisica, espiritual e intelectualmente e cuidar de mim, da minha morada, com atenção e amor. Que sobre tudo isso também na sua vida neste ano que se inicia! Paz e bem! ♥”  

E você, qual foi seu aprendizado em 2016 que irá te acompanhar em 2017? Divide com a gente! Vamos adorar!

Bjs nossos e um ótimo ano p/ todos!

Equipe Blog Baú Hype

*Este post faz parte de uma blogagem coletiva do grupo Blogs do VP, do qual fazemos parte. ♥

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10 passos contra a timidez e baixa autoestima.

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girl-850117_960_720Direto ao ponto. Pegue papel e caneta, procure ser sincero consigo, anote quantos desses passos fizerem sentido pra você. Comprometa-se, sem movimento diferente o resultado será sempre o mesmo.

Então, se não agora, quando?

1. Aprenda a dizer não: Aprender a dizer “não” é um grande passo para superar a timidez. Dizendo não, você trabalha a timidez de impor suas vontades.

Você é do tipo que sempre pega os folhetos que nos entregam na rua, mesmo sabendo que não te interessam? Você paga os 10% de serviço do restaurante, mesmo quando não foi bem atendido? Se o seu colega de trabalho ou escola pede algo pessoal emprestado você cede mesmo se incomodando muito com isso?

Escolha aprender a dizer não!

2. Nada de justificativas: Não se preocupe em justificar sua negativa. Existem várias formas de dispensar o indesejado com certa elegância. Por exemplo:  “Não, obrigado”, ser verdadeiramente grato, resolve qualquer empasse nesse sentido ou “prefiro não”, ser enfático e incisivo não deixa abertura para invasões. Isso é suficiente.

3. Não fuja dos olhares! A comunicação é na sua maior parte não verbal.

Como você reage quando alguém olha para você? Abaixa a cabeça, desvia o olhar? Essa é uma atitude típica dos tímidos, fuja da zona de conforto!

Contatos visuais são expressões muito importantes para se comunicar. Não encare (mais de 10 segundos) isso ativa no interlocutor o instinto de fuga do predador, por outro lado fugir de olhares demonstra submissão. É essa a mensagem que você deseja passar?

Sugestão: Olhe entre as sobrancelhas, você não irá se sentir incomodado e o interlocutor acreditará no contato visual.

Sorria sutilmente, cumprimente com o movimento de cabeça,  já é uma iniciativa…

4. Autoconfiança: Confiar em si mesmo é um importante passo para vencer a timidez. Para isso será fundamental movimentar o autoconhecimento, encontrar-se com suas qualidades, mensurá-las e também descobrir pontos de melhoria e desenvolve-los.

Comparar-se não ajuda em nada! Substitua esse tipo de pensamento por outro que lhe agrade, pode ser qualquer coisa que te arranque um suspiro ou um sorriso. Sugiro ancorar-se num momento em que vc se sentiu maravilhoso, visite aquele momento. Quando você demonstra estar seguro consigo mesmo você soma energia, se empodera e ainda ganha a admiração das outras pessoas. Dica: Se não é finja ser até que se torne, você pode agir como se fosse confiante e expressivo durante uma semana, experimentar comportamentos característicos e descobrir que na prática não é tão difícil quanto parecia. ( Vamos ter post sobre essa técnica)

5. Descubra novos ambientes e experiências: Como é seu dia? Você frequenta sempre os mesmos lugares, mantém os mesmos hábitos? Desfrutar novos ambientes e experiências vai ajudá-lo.

6. Desenvolva a sua simpatia: Você é uma pessoa simpática, mas só a sua família reconhece isso?

Ser carismático é uma qualidade essencial para projetar-se positivamente e facilitar o contato com as outras pessoas, sendo carismáticos criamos um ambiente favorável para sermos abordados (iniciativa do outro) e aumentamos e facilitamos a nossa aceitação pelo grupo.

7. Aprenda a ter carisma: Utilize ancoras, observe pessoas carismáticas que você admira e passe a inspirar-se nelas, desde comportamentos diretamente ligados a projeção até hábitos saudáveis. Crie seu próprio estilo unindo o melhor das pessoas ao seu melhor.

8. Descubra seu nível de timidez. Existem diversos testes espalhados na internet que identificam o seu grau de timidez ou faça uma avaliação intima e sincera consigo mesmo, procure ser lúcido e não se vitimizar.

9. Identifique os gatilhos da sensação de timidez: Escreva em uma agenda todas as situações que levaram a uma sensação de timidez ou inferioridade e pratique os evites (evitar situações, pessoas, ambientes e conteúdos que acionem o gatilho). A partir das anotações reflita como você poderia ter agido de forma diferente para conseguir um resultado mais positivo.

Parta para a ação: Confronte suas anotações, tomando as medidas práticas que você descreveu para modificar o resultado.

10. Dissocie – se do problema: Frases como “eu sou tímido” ou “eu sou inferior” fazem com que você e os demais te associem a timidez e a inferioridade, tornando-os inseparáveis, prefira “ Estou tímido”  “Tenho me sentido inferior” essas frases colocam a emoção como algo aparte de você, esse sentimento é seu, mais não é você.

Caso pareça muito difícil oralizar dessa forma utilize o auxiliar linguístico no tempo passado “eu era tímido” e para tornar mais convincente para si mesmo complete “estou trabalhando sobre isso” ou use o auxiliar ainda, “ainda sou tímido” “por enquanto me sinto tímido”.

Em ambientes que incomodem sua timidez e autoconfiança:

  • Desencoste das paredes, no início permita-se usar algum objeto como âncora, como por exemplo, segurar um copo, um livro ou transitar.
  • Evite mãos nos bolsos e braços cruzados.
  • Sorria e corrija a postura.
  • Ao chegar cumprimente ao máximo de pessoas possíveis. Se não conhece ninguém aproveite a oportunidade de se apresentar, basta uma frase: Boa noite, sou Pedro, prazer!
  • Se você leva um acompanhante a um ambiente em que ele é desconhecido, cumprimente e apresente sua companhia: Boa noite, essa é minha amiga Ana.
  • Caso esteja desconfortável respire fundo, troque de ambiente, dê uma volta ou mude a posição do corpo.

Experimente praticar algumas dessas dicas poderosas e irá identificar melhoria em seus comportamentos e emoções.

Um beijo e cuidem-se!

Bel Ramalho – Comunicóloga/ Coach Executivo e de Vida.

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Você é a média das cinco pessoas com as quais mais se relaciona.

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Olá Bauzetes!

“Diga com quem tu andas que eu te direi quem és…”

A frase é um ditado popular bastante antigo e muitas vezes é interpretada como preconceituosa. Alguns podem insistir em argumentar que mesmo em más companhias jamais se perderam e outros ainda que bem relacionados nunca obtiveram sucesso… A minha resposta vai ser sempre a mesma:

De fato é a sua mente e suas escolhas que vão determinar seu caminho, mas repare, no mínimo um gestual ou vocabulário você vai herdar das companhias…

Isso é um movimento natural e parte inconsciente, por isso muitas pessoas não conseguem notar quando acontece. Ir contra essa natureza é como tentar tapar o Sol com a peneira.

“Você é a média das cinco pessoas com as quais passa mais tempo.” – Jim Rohn

As cinco pessoas com quem você mais se relaciona irão determinar a forma como você pensa, a forma como você se comporta e a forma como você se prepara para seus resultados de vida.

Quando falo sobre sermos a média dessas pessoas eu estou falando sobre hábito, mais do que uma simples inclinação ou disposição para agir de uma determinada maneira, é um comportamento adquirido, quase sempre pela frequência de repetição de um ato.

Logo se você se relaciona a maior parte do tempo com pessoas de hábitos e emoções nocivas ou simplesmente fracos, você tende a repetir aquilo ou parte do que tão constantemente vê e vive junto com seu ente. Entretanto se você se unir aos prósperos, mais chances de ser próspero você também terá.

11053392_995080700511195_425261007241765793_nBasta pensarmos em quantas vezes algum amigo influenciou uma escolha, nos estimulou ou desestimulou, drenou ou nos colocou energia. Quando isso acontece é o sistema de crenças dele interferindo nos nossos resultados, seria muito bom se nos cercássemos sempre de pessoas com crenças positivas ao invés de limitadoras.

Não estamos falando sem selecionar suas companhias por padrões financeiros, estereótipos físicos ou coisas do tipo. Prosperidade e plenitude vão muito além disso.

Você pode escolher estar perto de alguém pelo simples fato de que ele é uma pessoa de emoções sadias e você se inspira com isso, um outro eleito pode ser bastante esforçado em construir riquezas, esse pode te ensinar os caminhos, ainda outro amigo pode ser muito simples mas viver em plenitude, ou é cheio de estilo, nós espelharemos isso… Pessoas vibram todas as energias que experimentam e nós fazemos a correspondência delas.

Ser parte de um grupo é uma necessidade básica do ser humano, o senso de pertencimento é empoderador. As nossas relações sociais podem ser construtivas ou destrutivas, pense a respeito…

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Seus relacionamentos estão te promovendo ou te adoecendo? Você se sente preso a eles de alguma maneira? Saiba que isso está acabando com a sua história…

Te convido a fazer um exercício:

Seus amigos tem sido boas âncoras para você? E você, que impacto tem sobre a história deles?

  1. Liste suas cinco mais frequentes companhias.
  2. Liste quais hábitos você adquiriu dos mesmos e depois novamente liste se gosta desse saldo ou não.
  3. No final de tudo mantendo o foco no positivo, pense no que de bom essa pessoa pode te inspirar e se esse sentimento é forte suficiente para vencer possíveis pontos negativos listados anteriormente.
  4. Se sim pense em como pode retribuir este bem e se não, reveja a presença desse ente na sua rotina, você pode escolher deixa-lo entre os seus, mas talvez não com tanta proximidade e frequência, pode ainda decidir oferecer-lhe ajuda, lembrando que você só consegue êxito em ajudar alguém que queira ser ajudado.

Torço para que algo nisso tudo faça sentido para vocês em algum momento de suas vidas e vocês possam construir relações cada vez mais sadias e empoderadoras.

Fiquem com Deus e se cuidem!

Beijos!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Executive & Life Coach

 

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As 4 Leis Indianas para um 2016 de realizações!

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Olá Bauzetes!

Um novo ano começou e é um excelente momento para dar aquele start e sair da procrastinação. Para ter um ano produtivo, sem sombra de dúvida nossa primeira necessidade é termos dias tranquilos.

Os indianos têm alguns ensinamentos que são frequentemente aplicados em processos de Coaching e outros métodos de desenvolvimento humano, um deles são as 4 Leis Indianas, algumas máximas que envolvem grande aceitação, um sentimento primordial para viver em paz e se empoderar.

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A primeira lei diz: A pessoa que vem, é a pessoa certa: Isso significa que qualquer pessoa que chega na nossa vida ou cruza nossa jornada, é a pessoa certa para aquele momento e por mais estranho que isso pareça é a mais pura verdade, até mesmo aquelas presenças que consideramos indiferentes ou nocivas, surgem ou ressurgem em determinado momento para algum novo aprendizado ou experiência.
Se elas ficam ou passam e o quanto nos permitimos acessar por elas é a nossa tarefa de sobriedade. O importante é saber que aquela vida não cruzou a sua por acaso. Gratidão por isso, seja como for, a pessoa certa chega na hora certa.

Segunda lei: Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido:  Ainda mais intrigante a segunda lei fala sobre azar ou sorte? Negativo! Segundo a visão indiana tudo o que se passa no universo acontece da maneira certa, na hora devida, em perfeita sincronia, difícil pensar sob essa ótica quando está se vivendo uma grande perda ou um outro momento doloroso. Diante de uma tragédia por exemplo, algo saiu fora do esperado, por negligência de responsabilidades, por fatos naturais, enfim, naquelas condições aquilo era o que poderia ter acontecido… Ai mora a ressignificação e a anulação de culpas, acabam-se os “e se…” que são tremendos carcereiros do passado e bloqueadores de futuro.

Terceira lei: Toda vez que algo se iniciar é o momento certo: Sempre que se começa alguma coisa, está na hora certa. Nada ou ninguém começa algo atrasado, nem adiantado. Quando estamos verdadeiramente prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas vão acontecer, pode não parecer a hora perfeita, propícia, mas algo há de especial nesse momento.

Quarta lei: A história acaba quando termina: Quando algo terminou, ele realmente acabou. A cultura indiana ensina que não é auspicioso levar aquilo em mente, fomentando emoções desnecessárias. Não se deve preocupar ou pós ocupar, com uma coisa que já teve seu fim, seria dispensar com algo morto, energia vital, essa energia que realiza e que constrói.
De fato nada na vida é tão definitivo, tudo pode acontecer ou ser novamente, mas de maneira nova ou renovada, de modo a não ser mais aquilo que era, até mesmo porque nem nós, nem o mundo ao nosso redor somos sempre os mesmos, diariamente somos diferente do que fomos. Então por hoje, desapego, amanhã é um outro dia.

Sendo capazes de compreender essas lições, aprenderemos a confiar na inteligência do universo e termos uma boa relação com ela.

Independente dos fatos, pessoas e situações, o que importa realmente é como nos relacionamos com todas esses fatores e o quanto assumimos o nosso 100% de responsabilidade sobre isso.

Para mim, todas essas leis falam sobre vivermos no tempo presente… E sobre isso sempre gosto de pontuar que o futuro é a nossa verdade imaginária, quando enfim o possuirmos ele vai se chamar hoje, portanto viva no tempo presente. Ressignifique, empodere-se e você viverá novas e melhores experiências em 2016.

Feliz Novo Ano!

Beijos! Fiquem com Deus e se cuidem!

Bel Ramalho – Comunicóloga / Executive and Life Coach.

 

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